A proposta do Governo Federal para a realização de um novo plebiscito do desarmamento no Brasil é como diz o Doutor Ophir Cavalcante, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB): Plebiscito do desarmamento é cortina de fumaça na crise da segurança pública no Brasil.
A vontade popular expressada, de forma soberana, no referendo de 2005, parece não ter sido aceita pelo pessoal do PT e seus aliados. O resultado da consulta está sendo questionado pelo governo, onde fontes oficiais andam dizendo que a população votou errado na época. Na verdade, nós, eleitores, erramos muito. Erramos ao votar em políticos incompetentes, corruptos e ladrões. Erramos quando assistimos de braços cruzados todos os desmandos, roubos e falcatruas praticadas pelos políticos e seus apadrinhados. Erramos quando não banimos, através do voto, os mensaleiros do governo Lula. Erramos quando votamos em coligações absurdas como as que existem por todo o Brasil. Coligações como em Santo Antônio da Patrulha, também conhecida como “Cidade Polo”, onde o PMDB, o PTB, o PDT, o DEN (PFL), o PSDB e pasmem todos, o PT, se aliaram no município para ganhar as eleições municipais de 2008. Erramos quando votamos em candidatos do Partido Progressista (PP) que já foi PDS , que já foi PPB, e que já foi ARENA no passado. O Partido Progressista, só para citar como exemplo, está coligado com PT do José Dirceu e outros mensaleiros lá em Brasília. Fez parte do governo Yeda Crussius (PSDB) e do governo Rigotto (PMDB) aqui no Rio Grande do Sul. Sem dúvida, é a maior sigla de aluguel do país. Tudo em troca de cargos para os caciques deste partido “nanico” em eleições majoritárias.
Errei, assumo a culpa, quando ajudei a reeleger um deputado estadual do Partido Progressista, e hoje, este moço prega o apoio deste partido ao governo Tarso Genro (PT). Quer dizer, votei no PP e corro o risco de ver o meu voto parar no PT. Não me perdoo por este erro.
Erramos também quando somos saqueados pelos governos que nos impõem a maior carga tributária do Planeta e não exigimos serviços públicos à altura do que pagamos. Erramos quando não exigimos destes governos que cumpram com o que diz a Constituição, nos assegurando direito à saúde, segurança e educação pública e, sabidamente, não temos nada disto.
Erramos muito, não resta dúvida. Mas, com certeza, não erramos quando votamos contra o desarmamento. Desarmar a população não surtiu efeito em países que adotaram esta medida simplista para estancar a criminalidade.
O que estará por traz desta nova campanha em favor do desarmamento patrocinada pela Rede Globo de Televisão com aval do Governo Federal?
Alguma coisa esta gente está tramando. O primeiro aviso, de que algo está sendo arquitetado visando desarmar a população, foi quando o Governo Federal nos obrigou a fazer o recadastramento de nossas armas. Cabe lembrar que este “novo” recadastramento tem validade até 2012. Sou capaz de apostar que vem aí um pesado imposto para quem possui armas registradas. Este imposto será tão pesado, que o negócio vai ser entregar estas armas como querem os governantes da nossa pátria amada Brasil.
Por qual razão o governo obrigou todo mundo a fazer um novo registro destas armas, se elas já estavam registradas nos Departamentos de Armas e Munições (DAME) da polícia civil estadual? Foi o maior, “pega ratão” já aplicado pelo governo aos cidadãos brasileiros. Caímos como uns patinhos nesta teia tramada pelo governo do PT.
O segundo, e mais claro aviso, está sendo dado agora com esta proposta de um novo referendo, usando como desculpa a falsa ideia de que a população votou errado em 2005. Ardilosamente, estão usando a tragédia de Realengo/RJ como desculpa para a realização de algo que a população já reprovou de forma soberana no passado.
Vivemos num país onde a segurança pública é um caos, onde a bandidagem anda solta pelas ruas e a população presa em suas casas, refém destes marginais.
Um aspecto curioso nesta questão do desarme da população é o fato de alguém que já pegou em armas, assaltou, sequestrou e matou hoje prega o desarmamento no Brasil como solução para resolver a criminalidade.
Por fim, algumas perguntas obrigatórias nesta hora. Será que o Governo Federal recadastrou as armas usadas nas invasões de propriedades pelo Movimento dos “Trabalhadores” Sem Terra (MST)? Quem irá garantir a segurança da população? Quem garante que os bandidos serão desarmados? E a questão do tráfico de armas e drogas como vai ficar?
O Governo, feroz arrecadador, cada vez mais, cria mecanismos para vigiar o cidadão de bem. Assim, desprotegido e desarmado, com certeza será presa fácil para os assaltantes soltos nas ruas e pelos ladrões de colarinho branco, escondidos nos gabinetes políticos por este país afora.
Nelson
ResponderExcluirBom dia!
Concordo plenamente contigo. E assumo meu erro também.
Na segunda fui viajar e como não tem nada pra fazer até chegar ao destino, se pensa em tudo.
Na situação atual de minha vida, nas visitas que irei realizar, rezando para não ocorrer nenhum
acidente comigo. Por que com outros, eu vi quatro. Três acidentes materiais e uma com morte.
Além de escutar música.
Nesta pequena viagem, de cobrança, estava pensando na situação do nosso poder de voto.
A gente é obrigado a votar e se não vota é multado, não pode viajar e outras complicações, que só
prejudicam o eleitor. Mas não temos o poder, nem o direito, de voltar atrás. De verificar que “erramos”,
que aquilo que pensávamos que o candidato iria fazer, ele não fez.
SERÁ QUE NÓS NÃO DEVERÍAMOS TER O PODER DE TIRAR O CANDIDATO, NO MOMENTO QUE
OCORRESSE, ALGUMA FRAUDE, ROUBO, ALIANÇAS QUE NÃO CONDIZ COM O DISCURSO.
E outras tantas falcatruas que a gente presencia ao longo dos anos.
No mínimo, deveríamos ter a condição de ir ao órgão eleitoral e registrar que gostaria de mudar
ou tirar o meu voto daquele candidato. E iria sendo computado os votos que ele ganhou ou perdeu.
Nossos só temos deveres e os nossos direitos?
Deve ser por isto que os políticos não querem o voto distrital, porque seriam cobrados muito mais.
A gente, com certeza erra muito, mas não existe nenhuma forma de corrigir. Muitos dizem, na
próxima não vote neste candidato. Mas outro vai fazer a mesma coisa. O que adianta?
Queria ter o direito de corrigir o meu erro.
Um grande abraço!
Sergio Otto
Nelson,
ResponderExcluirSou empresário Lotérico,possuo 3 lojas(Porto Alegre e Gravataí),li tua coluna sobre a farsa do desarmamento,quando solicetei a autorização da compra de minha pistola levei 1 ano e 8 meses para a liberação,me pediram tudo que é tipo de documentos e negativas,a Policia Federal faz todo o processo como se estivesse fazendo um favor para o requerente,a má vontade,a demora,a falta de informação que te passam chega a ser piada e revoltante.
Consegui a autorização porque sou muito insistente e tenho dinheiro para pagar as taxas e cursos(Vários),agora a peleia é para tirar o porte,o porte não é para quem quer e sim para quem tem dinheiro.
Infelizmente vivemos em um país em que nos cobram tudo e não nos dão nada em troca,colocam as leis goela abaixo votadas por um bando de incompetentes pilantras que o povo burro e sem conhecimento de causa coloca no poder.
Desculpe o pouco talento da escrita,mas é um meio de expor um pouco da minha indignação.
Vagabundo bom é morto,e de preferência enterrado em pé para não ocupar espaço.
Eles entram na tua casa não só para roubar mais e sim maltratar as vitímas,estuprar na frente dos pais e filhos,bater,fazem tudo que é maldade e depois eles estão solto para repetir porque sabem que a impunidade é grande.
Rafael Chiavaro