Reproduzo o texto da coluna do jornalista Rafael Barcela, na íntegra, tal qual está escrito no jornal. A seguir como um bom corneteiro, respondo ao nobre colunista o que penso a respeito do que escreveu, em relação ao "Almoço do consulado do Grêmio". Posição que aceito como sendo um direito de pensar e opinar do senhor Rafael Barcela. Respeito também a defesa que o Rafael faz da classe política e dos políticos. Cada um de nós tem o direito de defender os nossos interesses como nos convém.
O Jornal da Noite
Edição 34 – Ano 02 de 16 de junho de 2010, em sua página 02, publica a coluna, “Rapidinhas”, assinada pelo jornalista Rafael Barcela que, em seu penúltimo tópico,
sob o título de: Corneteiro de plantão, escreve o seguinte:
“Tem um corneteiro de plantão, gremista, dizendo que o almoço do Consulado do Grêmio de Santo Antônio da Patrulha foi extremamente político, por isso não compareceu ao evento. Ora, como este não foi, eu vou contar: o almoço muito bem organizado e servido reuniu vários gremistas que foram prestigiar a visita de um dos maiores ídolos da história do Grêmio,que entre 1994/2003, conquistou nada mais, nada menos que 11 títulos de grande expressão. Em nenhum momento se falou em política. Lembro que em 2008, num jantar do Grêmio no Centro Clube, esse mesmo corneteiro convidou um candidato a vereador na época para cantar no palco, da mesma forma nesta ocasião, em nenhum momento se falou em política também.
A resposta de um “Corneteiro de plantão” a um “pelego de plantão”
A política e os políticos me causam náuseas, verdadeiro nojo para dizer a verdade. Mas, os pelegos e os puxa-sacos destes políticos e da forma como fazem política, além de me deixarem enojado, despertam em mim, os instintos mais primitivos. São estes os que alugam o traseiro, perdendo com isto o direito de escolher onde sentar, obrigados a agir como as ovelhas, descritas por George Orwell na fábula “A revolução dos Bichos” cantando e enaltecendo seus “donos”. Na verdade, são pessoas com atitudes covardes que, com medo de confiar no próprio “taco”, vendem suas almas para o diabo em troca de um emprego recebido como prêmio pela subserviência vil. São estes, que para se manterem nos cargos, sem o menor pudor vivem grudados no saco dos políticos, tornando-se totalmente cegos para a razão, tendo olhos apenas para “benfeitores”.
Quem depende de um cargo público indicado por um cacique político, perde a moral para opinar sobre temas que envolvam questões políticas. Não podem tecer críticas nem comentários negativos contra os seus benfeitores, somente elogiar e paparicar (puxar o saco) dos seus “donos”. A opinião dos apadrinhados, cargos de confiança, “ccs”, “fgs’ e outras coisas do gênero, sempre será favorável aos que garantem as mamatas, pagas com o dinheiro do contribuinte. Para os livres, sem ter que agradar o “patrão” e no exercício democrático de opinar a respeito dos descaminhos, mentiras, falcatruas e roubalheiras tão comuns no meio político, o direito de protestar contra tudo isto independe do gostar ou não de quem quer que seja. É o direito de todo o cidadão livre e de bons costumes.
No jantar do consulado do Grêmio, realizado em junho de 2008, os convites partiram dos organizadores do evento, inclusive o formulado a mim, para ser o apresentador da festa, portanto, não convidei nenhum candidato para cantar, muito menos para palanque político.
Sou sócio do Grêmio desde 1967, acompanho o Grêmio e o futebol desde muito antes desta data. Posso falar a respeito do Grêmio com conhecimento de quem participou ativamente na vida do clube, quer como torcedor, quer como membro do consulado aqui em Santo Antônio desde 1991, na condição de vice-cônsul do meu amigo Osmar Portal de Souza.
Quando da campanha para a construção dos treze módulos para fechar o anel superior do Estádio Olímpico, campanha esta liderada pelo nosso grande ex-presidente Hélio Wolkmer Dourado, devo informar que participei ativamente. Não saberia dizer se o “pelego de plantão” era nascido naquele tempo. Talvez, quem sabe, em algum momento já tenha sentado em alguma parte da arquibancada de concreto erguida com a doação de cimento feita por mim, naquela época.
Quanto ao “convidado” para o almoço realizado pelo consulado do Grêmio aqui da “Cidade Polo” cabe algumas colocações.
Em nenhum momento neguei que o Danrlei tenha sido um dos maiores goleiros da história do meu Grêmio. Mas, como disse, acompanho o Grêmio há muitos anos e vi grandes atletas defendendo o clube durante este tempo; vi grandes goleiros, infinitamente superiores ao Danrlei. Foi goleiro do Grêmio o Eurico Lara, uma lenda no gol do Grêmio. Certa feita, negociado que foi com o Vasco da Gama do Rio de Janeiro, fugiu de São Januário, voltou ao “Fortim da Baixada” e sentenciou: Ou fico no Grêmio, ou então vou embora para Uruguaiana. Era uruguaianense o grande Eurico Lara. O Sergio Moacir Torres Nunes, baixinho, temperamental, gremista acima de tudo, também foi um magistral arqueiro gremista. O Germinaro, argentino, introdutor da camisa amarela como vestimenta dos goleiros, uma muralha gremista. Certa vez defendendo o Grêmio, em pleno Santiago Bernabeo em Madrid, foi cumprimentado pelo grande Puskas, após o final do jogo, pelas grandes defesas feitas durante o jogo do Grêmio contra a máquina de jogar futebol da época, chamada Real Madrid. Tivemos ainda o Arlindo, discreto e eficiente, o Soli, o Irno e tantos outros.
E o que dizer então do Alberto? Todo fardado de preto, um magistral arqueiro defendendo a meta tricolor. Um goleiro capaz de fazer verdadeiros milagres no gol. Certa vez, em pleno Maracanã , entre grandes defesas, pegou um pênalti batido pelo Gerson, exímio cobrador, garantindo o 1 X 0 para o Grêmio, diante do Botafogo, uma seleção na época. Na semana seguinte, operando verdadeiros milagres de novo, garantiu a vitória de 2 X 0 diante do Vasco da Gama (outra seleção, naquele tempo), no mesmo templo do futebol, o místico Estádio Mário Filho.
Sobre o Alberto, posso falar um pouco mais. Conheci este goleiro tricolor e nos tornamos amigos. Hoje, já faz algum tempo que não o vejo, mas quando o encontrar, vou convidá-lo para um churrasco aqui na nossa cidade. Acompanhei a carreira do Alberto no Grêmio, foi sem sombra de dúvidas o maior goleiro do Grêmio que eu vi jogar. Injustiçado pelo clube, tendo a sua carreira prejudicada por dirigentes da época, nunca deixou de ser gremista. Certa vez, perguntei-lhe se guardava alguma mágoa do Grêmio. Ao que ele me respondeu com toda a calma que Deus lhe deu. “Não, nenhuma. Os dirigentes passam e o Grêmio fica, e eu vou continuar gremista como sempre fui”
Só para lembrar, e até onde sei, o Danrlei acionou o Grêmio na Justiça do Trabalho, tendo, posteriormente, feito um acordo, pelo qual está recebendo um bom dinheiro por mês.
Outro grande goleiro que nós tivemos foi o Mazzaropi, bom caráter, gente boa, campeão do mundo em 1983, o maior de todos os títulos já conquistado pelo Grêmio. O “Mazza” foi muito mais importante para nós gremistas do que o Danrlei. O Mazzaropi foi campeão do mundo pelo Grêmio, enquanto que o Danrlei foi somente vice-campeão do mundo, ou seja, “o primeiro dos últimos”.
Se o Vitor, nosso atual goleiro continuar a sua carreira no Grêmio, certamente será no futuro reconhecido como herói tricolor. Até porque é muito mais goleiro do que foi o Danrlei. Disto eu não tenho a menor dúvida.
O que o Danrlei teve, além de ter sido um bom goleiro, foi a sorte de ter jogado num Grêmio vencedor, formado por um grupo de jogadores de alta qualidade, sob o comando do maior presidente da história do Grêmio, o presidente Fábio André Koff, e dirigido tecnicamente pelo competente Luiz Felipe Scolari.
Quem sabe a falha maior de todos os outros grandes goleiros do Grêmio foi a de não terem assinado ficha no partido do nosso “Pelego de Plantão” e visitarem Santo Antônio, espertamente, na condição de candidatos a deputado federal pelo seu partido, a pretexto de participar de um almoço do consulado do Grêmio.
Espero ter respondido ao colunista no tange a minha paixão pelo Grêmio. Quanto à presença do ilustre candidato do seu partido o (PTB) a Deputado Federal, o ex- goleiro Danrlei, no almoço promovido pelo Consulado do Grêmio, realmente não compareci por esta razão. Não misturo política com futebol, nem me presto para servir de “vaca de presépio” para candidato nenhum.
Edição 34 – Ano 02 de 16 de junho de 2010, em sua página 02, publica a coluna, “Rapidinhas”, assinada pelo jornalista Rafael Barcela que, em seu penúltimo tópico,
sob o título de: Corneteiro de plantão, escreve o seguinte:
“Tem um corneteiro de plantão, gremista, dizendo que o almoço do Consulado do Grêmio de Santo Antônio da Patrulha foi extremamente político, por isso não compareceu ao evento. Ora, como este não foi, eu vou contar: o almoço muito bem organizado e servido reuniu vários gremistas que foram prestigiar a visita de um dos maiores ídolos da história do Grêmio,que entre 1994/2003, conquistou nada mais, nada menos que 11 títulos de grande expressão. Em nenhum momento se falou em política. Lembro que em 2008, num jantar do Grêmio no Centro Clube, esse mesmo corneteiro convidou um candidato a vereador na época para cantar no palco, da mesma forma nesta ocasião, em nenhum momento se falou em política também.
Nota 10
O espaço ”Nota 10” da redação do Jornal da Noite serve para destacar pessoas que contribuem com serviços para o crescimento e divulgação de seus respectivos municípios, ou seja, em Santo Antônio e Caraá. Em cada edição, o destaque e a nota 10 vão para o presidente do consulado do Grêmio em Santo Antônio da Patrulha, João Eliseu de Souza Meregalli, conhecido popularmente como “Chocolate”. O mesmo, com o apoio de outros colaboradores, proporcionou a toda Nação Tricolor do município momentos inesquecíveis com a presença do ex-goleiro multi- campeão Danrlei de deus no almoço do Consulado local. Danrlei de Deus provou seu Gremismo jogando, chorando, brigando e vencendo pelo Grêmio em mais de 500 partidas, durante 10anos de titular. E muitos novos Gremistas se tornaram Gremistas graças a Danrlei, o fiel depositário de grandes vitórias do Grêmio.
O espaço ”Nota 10” da redação do Jornal da Noite serve para destacar pessoas que contribuem com serviços para o crescimento e divulgação de seus respectivos municípios, ou seja, em Santo Antônio e Caraá. Em cada edição, o destaque e a nota 10 vão para o presidente do consulado do Grêmio em Santo Antônio da Patrulha, João Eliseu de Souza Meregalli, conhecido popularmente como “Chocolate”. O mesmo, com o apoio de outros colaboradores, proporcionou a toda Nação Tricolor do município momentos inesquecíveis com a presença do ex-goleiro multi- campeão Danrlei de deus no almoço do Consulado local. Danrlei de Deus provou seu Gremismo jogando, chorando, brigando e vencendo pelo Grêmio em mais de 500 partidas, durante 10anos de titular. E muitos novos Gremistas se tornaram Gremistas graças a Danrlei, o fiel depositário de grandes vitórias do Grêmio.
Senha da edição: “Isso Tem que Ter Fim!”
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A resposta de um “Corneteiro de plantão” a um “pelego de plantão”
A política e os políticos me causam náuseas, verdadeiro nojo para dizer a verdade. Mas, os pelegos e os puxa-sacos destes políticos e da forma como fazem política, além de me deixarem enojado, despertam em mim, os instintos mais primitivos. São estes os que alugam o traseiro, perdendo com isto o direito de escolher onde sentar, obrigados a agir como as ovelhas, descritas por George Orwell na fábula “A revolução dos Bichos” cantando e enaltecendo seus “donos”. Na verdade, são pessoas com atitudes covardes que, com medo de confiar no próprio “taco”, vendem suas almas para o diabo em troca de um emprego recebido como prêmio pela subserviência vil. São estes, que para se manterem nos cargos, sem o menor pudor vivem grudados no saco dos políticos, tornando-se totalmente cegos para a razão, tendo olhos apenas para “benfeitores”.
Quem depende de um cargo público indicado por um cacique político, perde a moral para opinar sobre temas que envolvam questões políticas. Não podem tecer críticas nem comentários negativos contra os seus benfeitores, somente elogiar e paparicar (puxar o saco) dos seus “donos”. A opinião dos apadrinhados, cargos de confiança, “ccs”, “fgs’ e outras coisas do gênero, sempre será favorável aos que garantem as mamatas, pagas com o dinheiro do contribuinte. Para os livres, sem ter que agradar o “patrão” e no exercício democrático de opinar a respeito dos descaminhos, mentiras, falcatruas e roubalheiras tão comuns no meio político, o direito de protestar contra tudo isto independe do gostar ou não de quem quer que seja. É o direito de todo o cidadão livre e de bons costumes.
No jantar do consulado do Grêmio, realizado em junho de 2008, os convites partiram dos organizadores do evento, inclusive o formulado a mim, para ser o apresentador da festa, portanto, não convidei nenhum candidato para cantar, muito menos para palanque político.
Sou sócio do Grêmio desde 1967, acompanho o Grêmio e o futebol desde muito antes desta data. Posso falar a respeito do Grêmio com conhecimento de quem participou ativamente na vida do clube, quer como torcedor, quer como membro do consulado aqui em Santo Antônio desde 1991, na condição de vice-cônsul do meu amigo Osmar Portal de Souza.
Quando da campanha para a construção dos treze módulos para fechar o anel superior do Estádio Olímpico, campanha esta liderada pelo nosso grande ex-presidente Hélio Wolkmer Dourado, devo informar que participei ativamente. Não saberia dizer se o “pelego de plantão” era nascido naquele tempo. Talvez, quem sabe, em algum momento já tenha sentado em alguma parte da arquibancada de concreto erguida com a doação de cimento feita por mim, naquela época.
Quanto ao “convidado” para o almoço realizado pelo consulado do Grêmio aqui da “Cidade Polo” cabe algumas colocações.
Em nenhum momento neguei que o Danrlei tenha sido um dos maiores goleiros da história do meu Grêmio. Mas, como disse, acompanho o Grêmio há muitos anos e vi grandes atletas defendendo o clube durante este tempo; vi grandes goleiros, infinitamente superiores ao Danrlei. Foi goleiro do Grêmio o Eurico Lara, uma lenda no gol do Grêmio. Certa feita, negociado que foi com o Vasco da Gama do Rio de Janeiro, fugiu de São Januário, voltou ao “Fortim da Baixada” e sentenciou: Ou fico no Grêmio, ou então vou embora para Uruguaiana. Era uruguaianense o grande Eurico Lara. O Sergio Moacir Torres Nunes, baixinho, temperamental, gremista acima de tudo, também foi um magistral arqueiro gremista. O Germinaro, argentino, introdutor da camisa amarela como vestimenta dos goleiros, uma muralha gremista. Certa vez defendendo o Grêmio, em pleno Santiago Bernabeo em Madrid, foi cumprimentado pelo grande Puskas, após o final do jogo, pelas grandes defesas feitas durante o jogo do Grêmio contra a máquina de jogar futebol da época, chamada Real Madrid. Tivemos ainda o Arlindo, discreto e eficiente, o Soli, o Irno e tantos outros.
E o que dizer então do Alberto? Todo fardado de preto, um magistral arqueiro defendendo a meta tricolor. Um goleiro capaz de fazer verdadeiros milagres no gol. Certa vez, em pleno Maracanã , entre grandes defesas, pegou um pênalti batido pelo Gerson, exímio cobrador, garantindo o 1 X 0 para o Grêmio, diante do Botafogo, uma seleção na época. Na semana seguinte, operando verdadeiros milagres de novo, garantiu a vitória de 2 X 0 diante do Vasco da Gama (outra seleção, naquele tempo), no mesmo templo do futebol, o místico Estádio Mário Filho.
Sobre o Alberto, posso falar um pouco mais. Conheci este goleiro tricolor e nos tornamos amigos. Hoje, já faz algum tempo que não o vejo, mas quando o encontrar, vou convidá-lo para um churrasco aqui na nossa cidade. Acompanhei a carreira do Alberto no Grêmio, foi sem sombra de dúvidas o maior goleiro do Grêmio que eu vi jogar. Injustiçado pelo clube, tendo a sua carreira prejudicada por dirigentes da época, nunca deixou de ser gremista. Certa vez, perguntei-lhe se guardava alguma mágoa do Grêmio. Ao que ele me respondeu com toda a calma que Deus lhe deu. “Não, nenhuma. Os dirigentes passam e o Grêmio fica, e eu vou continuar gremista como sempre fui”
Só para lembrar, e até onde sei, o Danrlei acionou o Grêmio na Justiça do Trabalho, tendo, posteriormente, feito um acordo, pelo qual está recebendo um bom dinheiro por mês.
Outro grande goleiro que nós tivemos foi o Mazzaropi, bom caráter, gente boa, campeão do mundo em 1983, o maior de todos os títulos já conquistado pelo Grêmio. O “Mazza” foi muito mais importante para nós gremistas do que o Danrlei. O Mazzaropi foi campeão do mundo pelo Grêmio, enquanto que o Danrlei foi somente vice-campeão do mundo, ou seja, “o primeiro dos últimos”.
Se o Vitor, nosso atual goleiro continuar a sua carreira no Grêmio, certamente será no futuro reconhecido como herói tricolor. Até porque é muito mais goleiro do que foi o Danrlei. Disto eu não tenho a menor dúvida.
O que o Danrlei teve, além de ter sido um bom goleiro, foi a sorte de ter jogado num Grêmio vencedor, formado por um grupo de jogadores de alta qualidade, sob o comando do maior presidente da história do Grêmio, o presidente Fábio André Koff, e dirigido tecnicamente pelo competente Luiz Felipe Scolari.
Quem sabe a falha maior de todos os outros grandes goleiros do Grêmio foi a de não terem assinado ficha no partido do nosso “Pelego de Plantão” e visitarem Santo Antônio, espertamente, na condição de candidatos a deputado federal pelo seu partido, a pretexto de participar de um almoço do consulado do Grêmio.
Espero ter respondido ao colunista no tange a minha paixão pelo Grêmio. Quanto à presença do ilustre candidato do seu partido o (PTB) a Deputado Federal, o ex- goleiro Danrlei, no almoço promovido pelo Consulado do Grêmio, realmente não compareci por esta razão. Não misturo política com futebol, nem me presto para servir de “vaca de presépio” para candidato nenhum.

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